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Mãe revela que mudou nome de seu filho quando ele tinha quase um ano: “não combinava”

Stacey Flinn-Schofield conta que recebeu algumas críticas em relação à mudança do nome, no entanto, não desistiu da ideia. Entenda!

Recentemente, Kylie Jenner, estrela do reality show KeepingupwiththeKardashians, revelou que mudou o nome do seu filho. O bebê, que nasceu em fevereiro, foi anteriormente chamado de Wolf e renomeado depois que ela e o parceiro, Travis Scott, admitiram que seu primeiro nome não combinava com ele. No entanto, o casal não é o único que já tomou essa decisão.

Stacey Flinn-Schofield, de 38 anos, e Paul Schofield, de 41 anos, de Darlington, na Inglaterra, mudaram o nome do filho, Bear, quando o pequeno tinha quase um ano de vida, informou o The Sun. Ao nascer, o menino, que hoje tem 9 anos, primeiro foi nomeado como Ethan. Agora Stacey, instrutora de spin e administradora do NHS (Serviço Nacional de Saúde britânico), falou com o tabloide britânico sobre como sua decisão foi tomada na época.

Na ocasião, ela recorreu a um fórum britânico conhecido como Mumsnet e perguntou às pessoas se seria loucura mudar o nome do bebê, já que ele tinha quase um ano. “Meu filho, Ethan, era um menino brilhante e alegre. Mas meu marido Paul e eu simplesmente não achávamos que ele combinava com seu nome”, recorda a mãe.

O casal pensava que o nome era muito formal e decidiram, então, chamar o filho de Bear [“urso”, em inglês]. “Não foi um nome que pegamos do nada. Durante a minha gravidez, Paul [ex-militar, que estava no Afeganistão] manteve contato comigo o máximo possível e me enviou cartas fofas nas quais ele se referia a nós como “Stacey Bear” e “Baby Bear”, conta Stacey.

“Bear” foi cogitado para nomear o bebê do casal, mas a mãe tinha receio de que o filho não fosse levado a sério na escola e na vida futura como adulto também. Então, os dois começaram a pensar em alternativas como Edward e Teddy. “Mas nenhum parecia muito certo”, afirma.

O bebê nasceu em maio de 2012 e Stacey e o marido escolheram chamá-lo como “Ethan” e o nome do meio Bear. Com o tempo, a mãe sentiu que tinha cometido um erro — assim como o pai. Então, ela decidiu compartilhar suas preocupações com os internautas do fórum online e acabou dividindo opiniões.

Algumas pessoas acharam o novo nome muito fofo, enquanto outras retomaram a questão de que a criança poderia ter problemas no futuro. “Bear” não é muito profissional. E quando ele for procurar um emprego?”, perguntou um internauta. “Por que você está o chamando por um animal?”, acrescentou outro.

“No final, Paul e eu decidimos seguir em frente, percebendo que as opiniões de outras pessoas realmente não importavam. Então, em fevereiro de 2013, fomos ao nosso cartório local, em Darlington, e mudamos “Ethan Bear” para Bear — ele não tem um nome do meio, então não há opção de backup”, relata Stacey.

Na certidão de nascimento do pequeno, no entanto, há a referência ao seu nome anterior. “Acho que Kylie Jenner e Travis Scott estavam certos em mudar o nome do bebê com um mês de idade. Se Wolf não parecia certo, então seria justo. Você não quer se arrepender de algo assim”, conclui a mãe.

No Brasil é possível alterar um nome?

De acordo com Andreia Gagliardi, diretora da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), infelizmente, só é possível mudar um nome judicialmente. “Uma vez feito o registro, não é possível alterar diretamente no cartório, apenas judicialmente, através da contratação de um advogado ou pela Defensoria Pública — pedindo uma retificação judicial”, explica.

O cartório só pode fazer um procedimento de correção quando houver um erro de grafia — por exemplo, se o cartório errar ao acrescentar uma letra. “Apesar de o cartório não ser obrigado a fazer, é uma prática comum. Assim como incluir um sobrenome. Caso o pai não registre a criança com o nome da mãe, ela tem o direito de exigir a inclusão diretamente no cartório de registro”, afirma.

Fonte: Revista Crescer